Vania Abreu

é baiana e cantora da alma brasileira. Construiu repertório e identidade própria na música com 7 discos de carreira. Possui diversas participações em trilhas sonoras para cinema, teatro e televisão e mais de 21 participações como convidada em álbuns de outros artistas. Como intérprete é reverente à composição e ao autor, mas inconfundivelmente pessoal, íntima e assertiva.

Grava sempre os bons novos compositores e pontua em seus CDs regravações de canções esquecidas. "Sua" música tem a sonoridade da MPB "muderna" vestida com elegância. Ela sempre colocou lado a lado, em sua carreira, compositores pouco conhecidos e consagrados, pois não é somente o compositor que ela escolhe, mas a composição e o que ela diz. 

Como artista é pensadora inquieta e se interessa por tudo que vai junto à voz.

CANELA -RENATO BRAZ E QUARTETO MAOGANI   

Canela, que reúne o músico Renato Braz e o Quarteto Maogani, formado por Carlos Chaves (violão de 7 cordas e violão requinto), Mauricio Marques (violão de 8 cordas), Marcos Alves (violão) e Paulo Aragão (violão de 8 cordas).

Composto por 13 canções, o álbum nasceu para homenagear a musicalidade da América Latina. O repertório escolhido traz diversos gêneros populares da região, como o joropo venezuelano, o festejo peruano e o bambuco colombiano, passando pelo lirismo contemporâneo argentino, à singeleza da canção chilena, sem esquecer o bolero e o tango e a música brasileira.


CELSO VIÁFORA

 Ingressou no cenário artístico em 1979, participando de festivais de TV e apresentando-se em teatros do Rio e S. Paulo. Em 1985, foi contemplado com o prêmio de Melhor Arranjo no Festival Internacional de Viña del Mar, no Chile, com a música “Grão da terra”.


ANTONIO NOBREGA

Antonio Nóbrega nasceu em Recife, Pernambuco, em 1952. Sua iniciação artística se deu através do violino, instrumento que sempre o acompanhará em suas diversas atividades artísticas. Entre 1968 e 1970, já participava da Orquestra de Câmara da Paraíba e da Orquestra Sinfônica do Recife. Em 1971 foi convidado por Ariano Suassuna para integrar o Quinteto Armorial, grupo precursor na criação de uma música de câmara brasileira de raízes populares.Fruto do seu envolvimento com o universo da cultura popular brasileira, a partir de 1976, começou a desenvolver um estilo próprio de criação em artes cênicas e música. A lista dos seus espetáculos é longa, dentre eles estão A Bandeira do Divino, A Arte da Cantoria, O Maracatu Misterioso, O Reino do Meio-Dia, Figural, Brincante, etc. Em 1993 apresentou o Na Pancada do Ganzá, lançando respectivo CD. Em 1997 foi a vez de Madeira Que Cupim Não Rói, espetáculo e também CD. No ano de 1999, participou do Festival D’Avignon (França) com Pernambouc, preparado especialmente para o evento.

Em 2000, estreou em Lisboa O Marco do Meio-Dia, apresentando-o também em Paris, Hannover e em mais de vinte cidades brasileiras. O ano de 2002 foi marcado pelo lançamento do espetáculo Lunário Perpétuo e por DVD homônimo. Em 2004, em parceria com o cineasta Belisário Franca, realizou a série Danças Brasileiras, apresentada no Canal Futura.

Entre 2006 e 2007, com o título de Nove de Frevereiro, lançou espetáculo, 2 CDs e DVD dedicados ao frevo. Ainda em 2007, criou um espetáculo inteiramente dedicado à dança: Passo. Nessa mesma trilha vieram Naturalmente – Teoria e jogo de uma dança brasileira – com respectiva versão em DVD, produzido pelo SESC –, Húmus e Pai, ambos interpretados pela Cia Antonio Nóbrega de Dança, fundada em 2012.

Tem se apresentado por inúmeros países, entre eles Portugal, Alemanha, Estados Unidos, Cuba, Rússia e França. Nóbrega é detentor de inúmeros prêmios, entre os quais o TIM de Música, SHELL de teatro, Mambembe, APCA, Conrado Wessel, etc. Recebeu por duas vezes a Comenda do Mérito Cultural.

Com sua mulher, Rosane Almeida, idealizou e dirige, em São Paulo, o Instituto Brincante, local de cursos, apresentações, oficinas, mostras e encontros onde o casal procura apresentar, dinamizar e difundir aspectos da cultura brasileira pouco ou não conhecidos. Em reconhecimento à sua obra, ainda em 2008, recebeu o título de Cidadão Paulistano em cerimônia na Câmara dos Deputados de São Paulo.

Em 2014, juntamente com o frevo – patrimônio imaterial da humanidade – foi o homenageado do Carnaval do Recife. Nesse mesmo ano, no mês de dezembro, o filme Brincante, que relata sua trajetória artística, é estreado em várias salas do país. Tanto o filme como os seus DVDs, todos foram dirigidos pelo fotógrafo e diretor Walter Carvalho. Em 2015 Brincante conquista o Prêmio de Melhor Filme do Ano, categoria documentário, pela Academia Brasileira de Cinema. Em novembro é homenageado com o título de Cidadão São Paulo pelo Catraca Livre. Atualmente se dedica a escrever uma obra ensaística sobre a dança brasileira e prepara mais um novo espetáculo.


MAOGANI - quarteto de violões

O Quarteto MAOGANI de Violões é um dos grupos instrumentais mais conceituados no cenário musical popular brasileiro, destacando-se cada vez mais por sua produção fonográfica de alta qualidade e por sua presença constante em concertos no Brasil e no exterior. 



NOVA BANDA TOM JOBIM

 A porção instrumental da Nova Banda reúne-se agora a Daniel Jobim, neto do Maestro Soberano, para dar seu testemunho dessa música ao mesmo tempo universal e muito Brasileira, que enquanto popular já é clássica e eterna, com a intimidade e conhecimento de quem conviveu por dez anos ao lado do Maestro, como foram os casos de Paulo Braga e Jaques Morelenbaum, e quem recebeu, além de geneticamente, os ensinamentos do mestre no seu dia a dia por toda a vida, seu filho Paulo Jobim e seu neto Daniel Jobim.


TECO CARDOSO & TIAGO COSTA

                                                Erudito popular… e vice versa

O pianista Tiago Costa e o flautista e saxofonista Teco Cardoso desenvolvem neste duo, um repertório baseado em releituras que vão de Villa Lobos ao compositor de trilhas de cinema John Williams, passando por Lea Freire e Ernesto Nazareth, juntamente com algumas composições autorais, sempre buscando uma mistura que seja democrática e desprovida de qualquer preconceito e que una o melhor desse dois universos, cada vez mais próximos.

 A presença de dois intérpretes, arranjadores, compositores e improvisadores, permite que as possibilidades interpretativas sejam estendidas, à medida em que se busca o acabamento erudito na canção popular aliado ao sabor popular da canção erudita. A elaboração formal se aliando às improvisações contrapontísticas, no intuito de se criar uma interpretação original e contemporânea, sempre com um espaço reservado `as surpresas e ao inesperado.

 Ao contrário do “crossover” que esteve em voga e que pressupõe algo a ser transposto por uma ponte, uma visita de um lado ao outro lado, dois universos distintos, esta é uma música que se dispõe a ser feita na própria ponte, convidando o melhor dos dois lados.

 “…  era  o  dito  popular, o sertão vai virar mar … e vice-versa”


SWAMI JR TRIO

Violonista (violão de 7 cordas), baixista, arranjador, compositor e produtor, Swami Jr. é hoje um dos músicos brasileiros mais requisitados e atuantes, tanto acompanhando e dirigindo, como produzindo seus próprios trabalhos e de outros artistas.

Em sua já longa carreira artística, gravou e se apresentou com artistas dos mais importantes na cena musical brasileira e internacional, tais como Omara Portuondo (Cuba), Chico César, Elba Ramalho, Lokua Kanza (Congo), Zélia Duncan, Vanessa da Mata, Elza Soares, Zeca Baleiro, MPB4,Tom Zé, Rita Ribeiro, Luciana Souza, José Miguel Wisnik, Ná Ozzetti, Danilo Caymmi, Virgínia Rosa, Chico Pinheiro,Vânia Bastos, Luiz Tatit, Marco Pereira, Marcos Suzano, Moska, Dominguinhos, dentre outros. 

FORMAÇÃO:

Swami Jr – violão 7 cordas

Alexandre Ribeiro – Clarinete

Douglas Alonso - Bateria

 

ZPORZ multi artes 2014